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Pagamentos

Como o AliExpress se tornou o maior e-commerce internacional do Brasil

Guo Dongbai, CTO do AliExpress, esteve no Fórum E-commerce Brasil 2018 e revelou a estratégia do gigante para ter sucesso no mercado brasileiro. Confira!

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Em um auditório lotado por milhares de pessoas, Guo Dongbai, CTO do AliExpress, perguntou quem ali já havia ouvido falar no AliExpress. Em segundos, todos os congressistas do Fórum E-commerce Brasil 2018 presentes ergueram as mãos. Ninguém ficou surpreso com o fato do AliExpress ser uma unanimidade no Brasil. Segundo Webshoppers 2018, o site chinês é o e-commerce internacional que mais vende para brasileiros.

Mesmo gigante, o AliExpress é um dos braços do ecossistema do Alibaba – formado por outros sites de venda e com produtos e serviços de mídia digital, entretenimento, serviços locais, pagamentos, logística, nuvem etc. De acordo com dados mostrados por Dongbai, os e-commerces do grupo têm mais de 552 milhões de compradores ativos e em 2018 a expectativa é que movimentem 768 bilhões de dólares.

Os números expressivos são frutos do eWTP, Eletronic World Trade Platform, apresentado com o slogan Enabling the Future of Commerce. Para Guo Dongbai, os quatro princípios que formam o eWTP (plataformas sem fronteiras, globalização acelerada, empoderamento de pequenos negócios e prosperidade para todos) é que fazem do Alibaba único.

Toda a estratégia por trás do eWTP é levada à risca no AliExpress. Para fazer do site uma plataforma sem fronteiras e manter sua operação em 200 países, com 18 moedas e em 20 idiomas, o time de Dongbai enfrenta diversos desafios. A complexidade de ser global envolve inúmeras questões, entre elas: legislação, logística, cultura, tarifas, segurança, tecnologia, usabilidade, inventário e pagamentos.

A intensa e detalhada análise de dados indica as direções a serem tomadas no AliExpress. A adaptação de sua proposta de valor dependendo do mercado é uma verdade absoluta. Ao observar o overlapping de comportamento do consumidor da Russia, China, Estados Unidos e Brasil, a importância da regionalização fica ainda mais clara.

Apenas 31,8% dos consumidores desses quatro países têm um comportamento global padrão em relação à exposição de produtos no AliExpress. Quando analisado o padrão de cliques, esse número cai para 17,1%, mas ainda menor é a convergência dos métodos de pagamento usados por russos, chineses, norte-americanos e brasileiros: 5,1%.  

Ao longo do Fórum E-Commerece Brasil 2018, outros importantes players do mercado contaram sua trajetória de expansão global, entre eles Amazon, Farfetch e eBay. Embora as estratégias e objetivos fossem diferentes, em um ponto específico houve convergência: encontrar os parceiros certos para dar suporte na chegada em novos territórios. Foi assim que em 2013 o caminho do AliExpress cruzou com o do EBANX.

O parceiro local do AliExpress na sua expansão para o Brasil

O Brasil é o maior mercado do e-commerce da América Latina, são mais de 73 milhões compradores online (segundo projeção do Statista), o que chama atenção de sites internacionais visando crescimento. Porém, para se tornar uma possibilidade para o comprador brasileiro, o e-commerce que expande para cá precisa se adaptar de muitas formas. Oferecer métodos de pagamentos locais é uma delas.

Os executivos de Jack Ma, fundador do grupo Alibaba, sabiam disso e em 2013 vieram para o Brasil em busca de um parceiro de pagamentos que oferecesse métodos locais, como o boleto bancário, no AliExpress. Até então, apenas brasileiros com um cartão de crédito internacional podiam comprar no e-commerce, o que correspondia a 19% da população. Na época, o EBANX ainda era uma startup. Além de jovem, a empresa ficava em Curitiba, que há 5 anos tinha uma participação bastante tímida no cenário do empreendedorismo e tecnologia brasileiro.

O conhecimento do mercado local e o produto adequado às necessidades do gigante chinês fez com que AliExpress e EBANX iniciassem sua parceria. Foi assim que, a partir de 13 de agosto de 2013, o maior e-commerce da China se tornou acessível para todo os brasileiros.

Em pouco tempo o AliExpress caiu no gosto do brasileiro, o aumento nas vendas chamou atenção dos chineses que viram ainda mais chance de crescimento no Brasil. Guo Dongbai afirmou em sua palestra que oferecer o boleto por aqui foi um divisor de águas na expansão para o país. Também junto ao EBANX, o AliExpress passou a oferecer cartões de crédito domésticos de bandeiras internacionais e locais para seus consumidores brasileiros.

Mais que um parceiro de pagamentos, o EBANX é um parceiro local de negócios para merchants internacionais, oferecendo atendimento trilíngue ao cliente, campanhas de marketing, produtos próprios de pagamentos, além de todo o suporte para operações de pagamento, como Risco e Compliance.

Atualmente a empresa curitibana tem operações em 7 países da América Latina, 5 escritórios globais, presença comercial na Ásia e Estados Unidos e oferece mais de 100 métodos de pagamento. O número de latino-americanos que já pagaram com o EBANX em sites internacionais ultrapassa 37 milhões de pessoas. Além do AliExpress, centenas de outros merchants são parceiros do EBANX, entre eles Airbnb, Spotify, Wish, Udacity e Light in The Box.

Caso a expansão para países da América Latina esteja nos planos do seu e-commerce brasileiro, o EBANX pode se tornar o seu parceiro de pagamentos, permitindo que o seu negócio atinja todo o potencial de mercado do México, Colômbia, Chile, Argentina, Equador e Peru, da mesma forma que o AliExpress atingiu todo o potencial do mercado brasileiro.

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