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Negócios

Cabify descontinua o aplicativo da Easy Táxi no Brasil e ainda promete investimento de US$ 20 milhões no país

Comprado em 2017 pelo Cabify, o serviço de táxis deixa de ter aplicativo próprio a partir da próxima atualização

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  • A partir da próxima atualização, o aplicativo da Easy táxi já deve assumir o visual do Cabify e passar a fazer parte de uma plataforma integrada de serviços de transporte.
  • Para tornar-se mais competitivo no Brasil, o Cabify prevê também uma redução significativa de preços para passageiros e motoristas.
  • Com essas medidas, a marca espanhola espera dobrar seu faturamento no Brasil já no próximo semestre.

A espanhola Cabify anuncia estratégias mais agressivas para competir com o 99 e o Uber, as atuais líderes do mercado no Brasil. Após comprar o aplicativo Easy Táxi em 2017, o Cabify anunciou que o serviço de táxis passará a integrar o aplicativo de transporte da marca espanhola assim que a próxima atualização for disponibilizada, de acordo com matéria divulgada pelo Estadão

A movimentação tem como principal objetivo bater de frente com funcionalidades já oferecidas pelo 99, que integra o serviço de táxis dentro de um único aplicativo. Além disso, segundo o Estadão, o Cabify pretende investir U$ 20 milhões no Brasil nos próximos 5 anos para dobrar a equipe de tecnologia no país.

 “O Brasil tem mão de obra qualificada para ajudar a alavancar o Cabify não só no país, mas em todo o mundo”, disse Pedro Meduna, gerente geral do cabify no Brasil, em entrevista ao Estadão. 

Mas a unificação de serviços em um único aplicativo não é a única medida tomada pela empresa para tornar-se mais competitiva no mercado brasileiro. Os preços atuais dos serviços também devem passar por modificações, deixando de lado o status de serviço premium de transporte para oferecer valores mais baixos para os passageiros e também para motoristas. Segundo o Estadão, em São Paulo o valor final das viagens deve sofrer uma redução de 20% a 25%, enquanto as taxas para incentivar a entrada de novos motoristas devem ter um ajuste de 10% para redução de custos. 

Decidimos que não precisamos ser o aplicativo mais caro para continuar crescendo”, afirmou Pedro Meduna para o Estadão. Com as mudanças, a empresa espera dobrar seu faturamento no país já no próximo semestre. 

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