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Ecommerce

Os produtos mais vendidos em cada país da América Latina

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Jovem, tecnológico e à todo vapor – é assim que você pode descrever o mercado de ecommerce na América Latina.

A América Latina tem potencial para dominar o mercado de compras digitais em um piscar de olhos. Duvida? Fique atento, pois a região já tem o mercado com o crescimento mais rápido em ecommerce depois da China.

Para que você possa ter a dimensão de tudo isso, em 2016, 126.8 milhões de pessoas estavam comprando online na América Latina. De acordo com as últimas projeções, em 2019 esse número deve saltar para 155.5 milhões.

A evolução do comércio eletrônico na região está fazendo com que a América Latina esteja entre os primeiros nomes no radar do varejo online mundial.

Quantos latino-americanos compram online? Quais são os produtos mais vendidos na América Latina? E como são os ecommerces locais? Vamos analisar cada um desses itens mais de perto!

Produtos mais vendidos na América Latina por país

Brasil

Nós somos o maior mercado de vendas online na América Latina e, consequentemente, também somos inegavelmente a alma da região.

No Brasil, existem mais de 66.4 milhões consumidores online. Com tanta afinidade assim para comprar pela internet, o Brasil é um mercado extremamente atrativo para lojas online de todo o mundo já que apenas no ano passado, os brasileiros gastaram aproximadamente 18.68 bilhões de dólares em compras na internet.

Culturalmente, cuidados pessoais são essenciais para os brasileiros. Sem dúvidas, as categoria de moda é a principal no Brasil. Apenas as vendas online de moda representaram 6.36 bilhões de dólares em 2016, e devem manter o ritmo de crescimento nos próximos anos.

Produtos de beleza e cosméticos são outra categoria que está na lista de preferidas dos brasileiros para compras online quando o assunto são cuidados pessoais. O Brasil representa 9.4% do mercado global de produtos de beleza. Além disso, o mercado de beleza online é tão promissor que até mesmo a Amazon, uma grande gigante do ecommerce, decidiu concentrar seus esforços no setor de beleza no Brasil.

Os eletrônicos são a segunda principal categoria. Em 2016, esses produtos foram responsáveis por gerarem sozinhos um faturamento de mais de 5 bilhões em vendas.

México

Com mais de 37.9 milhões de consumidores online (o que é quase o dobro da população da Austrália), o México é definitivamente um dos mais dinâmicos e promissores mercados para ecommerce na América Latina.

E a expectativa é que o crescimento não para por aí. Até o ano de 2020, 55.3 milhões de mexicanos devem comprar online.

O maior segmento em vendas online no país é o de eletrônicos. Em 2016, somente a venda de produtos relacionados a tecnologia gerou $2.9 milhões para os ecommerces.

Além disso, especialistas na área de venda online estimam que o mercado de moda e beleza deve superar os eletrônicos até 2020, gerando uma receita de $ 4.9 milhões para os ecommerces.

Todas essas projeções otimistas de crescimento chamaram a atenção de gigantes do mercado online, como Amazon, Best Buy e E-Bay, que tem investimentos pesados no país. Talvez essa seja a hora de você começar a fazer o mesmo.

Argentina

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Se mundialmente a tendência é que o varejo tradicional se aproxime cada vez mais das lojas online, o cenário não poderia ser diferente na Argentina. Só em 2017, 18.3 milhões de argentinos compraram mais de 96 milhões de produtos online.

Mas ao contrário dos outros países da América Latina em que tecnologia, beleza e moda tendem a liderar as vendas online, os argentinos adotaram um comportamento muito mais específico para suas compras.

O turismo é indiscutivelmente a categoria líder em vendas online no país. 28% das vendas em ecommerces locais registradas estão relacionadas a este segmento de serviços de turismo e viagens.

A segunda principal categoria em vendas no país também é uma grande surpesa: brinquedos, hobbies e DIY. Apenas no primeiro semestre de 2018, esse mercado já gerou um faturamento de US$1,735 milhões em vendas no país.

Com o interesse de alguns gigantes do ecommerce americano crescendo cada vez mais, inevitavelmente a onda de crescimento do mercado de ecommerce argentino não deve parar tão cedo. Esse pode ser o momento perfeito para investir nesse país emergente.

Chile

Pelo acelerado desenvolvimento tecnológico e econômico, o mercado de ecommerce no Chile dobrou de tamanho nos últimos 5 anos.

Em 2017, o ecommerce chileno cresceu 20%! Em termos absolutos, a Câmara de Comércio de Santiago estima que o e-commerce chileno deve alcançar $8 bilhões até 2020.

Atualmente, existem mais de 15 milhões de usuários de internet no Chile e a cada 3 deles, 1 já comprou online. Com cerca de 5.5 milhões de chilenos comprando online frequentemente, esse país tem um grande potencial para ecommerces.

Aparelhos eletrônicos para uso pessoal como smartphones, tablets e computadores são os produtos mais vendidos no país. Alguns especialistas já afirmam até que o Chile é o mercado mais evoluído em e-commerces de celulares na América Latina. Só no ano passado, as vendas de eletrônicos no Chile alcançaram $800 milhões e a maior parcela delas foi realizada online.

Cosméticos e produtos de beleza são outro segmento que merece destaque. Em 2017, houve um crescimento de 3.1% em todas as vendas relacionadas a beleza no Chile e esses números devem crescer ainda mais em 2018.

Colômbia

O ecommerce colombiano ainda está na infância se compararmos com outros países latino-americanos, o mercado é atualmente responsável por um faturamento de cerca de $2.53 bilhões.

Ainda assim, com mais de 58% dos 49.464.683 colombianos com acesso a internet, apenas 12 milhões deles compram online.

De acordo com o Observatorio de Compra Online realizado pela Cámara Colombiana de Comercio Electrónico em 2016, as categorias mais populares no e-commerce colombiano são produtos relacionados a moda, eletrônicos e alimentos.

O crescimento do ecommerce na Colômbia é inevitável, mas existem fatores que ainda podem causar desaceleração nesse processo, como os níveis ainda baixos de acesso a cartões de crédito e o desenvolvimento ainda lendo de sistemas eletrônicos de pagamentos.

Peru

Embora a desigualdade econômica ainda seja uma questão muito clara no Peru, o país está passando por um constante crescimento econômico que impulsionou uma drástica expansão do mercado de ecommerce.

Nos últimos 2 anos, o mercado de ecommerce no Peru cresceu impressionantes 198%! Algumas mudanças em políticas governamentais e de tributação foram decisivas para que o país atingisse esses índices tão expressivos.

Além disso, 8.6 milhões dos 12.5 milhões de usuários de internet são compradores online frequentes e em 2016 e 2017, os principais produtos em vendas online no país foram relacionados a acessórios para eletrônicos.

No último ano, aproximadamente 31 milhões de peruanos buscaram por um celular, tablet ou notebook. 38% de todas as compras realizadas em ecommerces no Peru foram relacionadas a acessórios e aplicativos e 30% dos consumidores peruanos compraram roupas e sapatos.

Equador

O Equador ainda é um novato neste mundo de ecommerce. Com apenas 36% de cobertura de rede de internet no seu território, esse país é responsável por apenas 1% do setor de e-commerce na América Latina.

Dos 5.7 milhões de equatorianos que compraram online em 2016, 74% compraram eletrônicos. Outra popular categoria do ecommerce no país é saúde e beleza.

O Equador é um pequeno país da América Latina e possui apenas 16 milhões de habitantes, neste cenário fica claro que o ecommerce equatoriano ainda tem um grande potencial de expansão.

Até porque ao contrário da maioria das outras economias da América Latina, o Equador adotou o dólar americano como moeda local, o que torna as compras em sites internacionais mais acessíveis para a região. Na verdade, quase 98% de todos os produtos comprados em ecommerces por equatorianos vem de sites estrangeiros.

Bolivia

O mercado de ecommerce na Bolivia está dando os seus primeiros passos. Apenas 20% dos 4.2 milhões de usuários de internet no país são consumidores online.

Um estudo de 2016 realizado pela Captura Consulting indica que 63% dos consumidores online bolivianos compram produtos eletrônicos. 58% usam a internet para comprar produtos como apps, games, música e filmes. Outros 53% usam plataformas online para pagar por serviços.

O ecommerce local deu seus primeiros suspiros graças as companhias aéreas. Duas das mais importantes no país, a Boliviana de Aviación e Amazonas, foram os primeiros negócios locais a oferecerem a opção de comprar online para seus clientes.

Outra tendência em amplo crescimento na Bolivia é usar estratégias de Facebook para fortalecer os resultados dos ecommerces. Essa tendência é totalmente previsível, considerando as altas taxas de penetração da rede social no país. Em dezembro de 2016, o Facebook já contava com 5.500.000 bolivianos cadastrados como usuários e este número continua crescendo, como esperado.

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